O Caso Gap 2010:
Quando mudar o logótipo correu mal

Branding é tudo aquilo que faz uma marca ser reconhecida e querida pelo público — não é só o logótipo, mas a forma como a marca se apresenta e cria ligação com as pessoas. Em 2010, a Gap tentou dar um “refresh” ao seu logótipo clássico, que já existia desde os anos 80, mas não correu nada bem.
 
A marca trocou o seu famoso rectângulo azul com letras brancas por algo mais simples, com letras pretas e um quadradinho azul pequeno. A ideia era parecer mais moderna e atrair o público jovem. Só que o pessoal não gostou mesmo nada: o novo design parecia sem graça, genérico, e muitos fãs ficaram desiludidos por a Gap “ter perdido a sua identidade”.


A reação foi tão forte que, em menos de uma semana, a Gap voltou atrás e retomou o logótipo original. Este episódio mostrou que, no branding, mudar só por mudar pode ser arriscado, especialmente quando as pessoas têm uma ligação emocional à imagem da marca.
 
Moral da história? Antes de mexer em algo que as pessoas adoram, é melhor pensar bem, envolver o público e garantir que a mudança faça sentido para todos.

No fundo, mudar o logótipo da Gap foi como trocar a receita secreta do pastel de nata: podia ser uma boa ideia, mas fez muita gente torcer o nariz. Por isso, da próxima vez que pensar em mexer na identidade da sua marca, lembre-se: não é só um desenho — é o coração da festa. Não estrague o bolo!